2017 – 29/12/16

2017

Votos de feliz 2017 não adiantam nada.

Ações para um 2017 mais venturoso, sim.

O ano 2017 será aquele que você construiu.

2017 será exatamente o ano que nós queríamos, fortemente e decididamente.

Não serão as omissões, os equívocos, as ações tíbias e includentes que formarão o ano dos nossos desejos.

O que esperar… o que fazer?

Na imprensa começam a aparecer artigos e notícias sobre uma eventual e, sem dúvida, necessária NOVA CONSTITUIÇÃO.

A de 1988 já cumpriu o seu papel de transição, mas atualmente está superada. Os numerosos pedidos de revisão, as PECs, demonstram que já não atende as necessidades nacionais, seu contar, as anomalias e “non sense” que aparecem aqui e acolá.

Uma dela, bem retratada no CANSEI DE TORCER PELO BRASIL, do próprio Zé Ninguém diz respeito ao “voto igual para todos”, bem trombeteado, mas logo superado quando estabelece incôngruos e suspeitos limites inferiores e superiores da quantidade de deputados por estados.

Me desculpem os ilustres membros do Supremo Tribunal Eleitoral, tão orgulhosos das suas maquininhas de votar, mas deveriam verificar o absurdo deste pseudo “voto igual para todos”.

“É a Constituição “dirão”, assim os legisladores definiram…” “Sim” responderia eu, em lugar do omisso eleitor e leitor, “mas notaram a incongruência entre diversos artigos da Constituição?”

Se não notaram, ou se notaram e não fizeram caso da anomalia, fica ao encargo dos eleitores, corrigir esta e outras incongruências.

Vamos deixar passar as incongruências da “imprevidência social” e da legislação do “pouco trabalho”. As medidas que o governo Temer proporá ao Congresso, darão muito pano para manga e discussões, até em praça pública, numerosíssima.

Falamos ao invés do que neste fim de 2016, ainda não entrou na agenda nacional, a reforma eleitoral, por exemplo.

Da coligada reforma partidária já se discute há muito tempo, demasiado tempo… Todos estão de acordo em colocar um freio a proliferação dos pequenos partidos (afora os mesmos) mas mais do que isso, não se avançou.

Com exceção do voto distrital.  Pessoalmente, eu tenho lá, as minhas desconfianças sobre o sistema; temo que a Câmara se transforme em uma Assembleia dos Grandes Vereadores, todos voltados ao interesses dos específicos colégios eleitorais, pouco sobrando para os grandes problemas nacionais.

Talvez aí está o papel dos grandes partidos nacionais: ver a nação como um todo.

Mesmo, com este meu temor, por ser este um temor de um Zé Ninguém, que nem vota… (mas que paga impostos) seria oportuno que o eleitor, os eleitores de todo o BRASIL, venham as ruas, no ano 2017, bradarem ELEIÇÕES DISTRITAIS já.   Já e Já!

Não coloque, o esperançoso leitor, muitos desejos na sua bandeja, escolha uns poucos, importantes, e lute por eles.

O voto distrital obrigará os políticos profissionais a ir em praça pública em determinada e especifica praça pública, dizer a aquele determinado e específico povo, para a que veio e porque quer o voto deles.

Firma-se neste ponto, inseguro eleitor, firma-se no VOTO DISTRITAL JÁ. Assim o ano 2017 terá valido a pena e mais, teria aberto as portas para um melhor 2018 e melhores anos e legislaturas futuras, sempre melhores.

São os votos do, sempre amigo, Zé Ninguém de Curitiba.

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