BONITO… – 3/1/19

Bonito

Bonito, né!?

O ainda presidente do partido do Movimento Democrático Brasileiro – MDB do Paraná, o futuro ex-Senador Requião, junto à ex-candidata a vice do candidato a presidente Haddad, foram para… a Coreia do Norte.

A ex-vice, é do Partido Comunista do Brasil, assim, às claras e sem disfarce, e com a dupla acima, foram com uns quantos outros “membros”, até do Senado, para estreitar relações institucionais e, principalmente, não institucionais com as entidades congêneres  da “República Democrática da Coreia do Norte”.

A Coreia do Norte, para os que já esqueceram, é o país que afirmou, através do seu presidente (não eleito) Kim Jong-um, que “afundaria o Japão” e “destruiria os EUA”.

Claro está, que faria isso com as “suas” bombas nucleares e os “seus” mísseis sempre mais possantes e mortais.

Dependendo das correntes atmosféricas, até o Brasil poderia ser atingido pelas poeiras radioativas “made in North Korea” quando as bombas destinadas aos EUA lá explodirem.

As bombas utilizadas para afundar o Japão, atingiriam também países vizinhos. (A Coreia do Sul seria ocupada em uma semana, Seul, a capital, em dois dias). Os vizinhos são os países do sudeste asiático e a própria China, que ficaria exposta às poeiras radioativas, conforme o andamento dos ventos predominantes. No Japão, conforme declaração, do excelentíssimo senhor Presidente da República Democrática da Coreia do Norte, se salvariam somente os japoneses que soubessem nadar.

Bem, o ilustríssimo senhor futuro ex-senador da República, Roberto Requião, estará lá em tratativas.

Tratativas do quê, realmente não se saberá. Normalmente, a Coreia do Norte não divulga acordos… melindrosos.

Enfim, deixemos o ex-Senador, escorraçado da vida política do País pelo eleitorado paranaense, e deixem a coitada ex-vice declarada comunista para lá, e vamos ver como é realmente a Coreia do Norte.

Iniciemos, com uma declaração preliminar: o presidente Trump viciado no sistema cretino do Twitter, errou múltiplas vezes no caso da Coreia do Norte, vejamos o que o Zé Ninguém teria feito no lugar dele (sem gastar um único quilo de querosene do avião presidencial):

  • por via diplomática (sem twitter), teria informado à China que a considera responsável por qualquer ato hostil da Coreia do Norte à Coreia do Sul e ao Japão;
  • teria declarado publicamente, via Porta Voz e não twitter, que a Coreia do Norte poderia negociar qualquer questão que quisesse, com os EUA, através dos canais competentes e que, por serem um país soberano, eles poderiam fazer, soberanamente, o que achar melhor (afundar o Japão, por exemplo).

Feito isso, não precisa mais preocupar-se com a Coreia do Norte.

Por quê?

Porque é a China que ajuda a Coreia do Norte no seu armamento e é a China que incentiva o tom do beligerante Kim Jong-un, talvez para contrabalançar a defesa (armada) dos EUA à República de Taiwan.

Bem, isso não interessa, vamos ao principal.

Qual é o Produto Interno Bruto da Coreia do Norte?

São 15 bilhões de US$.

E a do Brasil? São 2,250 trilhões. Isto é, 150 vezes maior.

Bem…, vamos tentar chegar mais perto.

Comparemos com o Paraná, o PIB é ainda 10 vezes maior.

Recuemos para a Região Metropolitana de Curitiba; são 38 bilhões, isto é, ainda mais que o dobro.

Somente o município de Curitiba é que chega perto. O PIB municipal é de 24 bilhões de US$, isto é, 1,87 vezes maior do que o da Coreia do Norte.

Então, o nosso Prefeito Rafael Greca “dispõe” de um poder econômico, quase que o dobro de Kim Jong-un.

Se ditador fosse, e contando com a ajuda do Evo Morales e Maduro, amigos do Requião, do PT e do PC do Brasil, poderia o Rafael, com a bombas nucleares construídas pela INEPAR e foguetes construídos pela Volvo,  “afundar”…, sei lá… o Uruguai talvez… que azucrinou o Brasil no futebol, ou a Argentina que levou a Libertadores deste ano.

Que o Greca decida, é ele o Comandante Supremo.

Em tempo, o Greca, sempre que quiser, pode utilizar Requião e os demais visitantes da Coreia do Norte no seu governo.

Está claro também, que Lula seria libertado e seria o representante na ONU da “República municipalista e socialista de Curitiba”.

 

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