CARRO A VAPOR … – 6/3/17

carro a vapor

Nem todos sabem que os primeiros “carros” de locomoção autônoma, isto é, sem serem puxados por animais, eram a vapor, com fornalha, caldeira, e o seu belo chaminé.

Funcionavam.

Assim, como funciona o atual esquema da previdência social no país e na maioria dos países no mundo, de pagar as aposentadorias e pensões de hoje, com as arrecadações de hoje mesmo.

No Brasil, agora, está se debatendo a necessária reforma, reforma do carro a vapor.

Descobriram, com décadas de atraso, que as entradas não conseguem compensar as saídas. Isto é, o combustível na fornalha não esquenta suficientemente a caldeira para gerar o vapor para a movimentação do marchingenho. Ou se aumenta a quantidade de combustível (arrecadações) ou se aceita a diminuição da quantidade de vapor (aposentadorias).

O Zé Ninguém já afirmou diversas vezes que o sistema de pagar os benefícios de hoje, com arrecadações coevas, não pode funcionar.

Qualquer verdureiro ou sapateiro sabe disso. Os luminares legisladores, parece que não.

O Zé Ninguém, não sabe ainda, quais as modificações que os legisladores podem resolver fazer, mas, não se escapa do dilema ou mais combustível ou menos vapor.

Talvez, após ter resolvida esta fundamental questão num sentido ou outro ou até mais provavelmente, com um compromisso isto é, dizer ao foguista de ficar mais tempo colocando o combustível e anunciar que o trem, por deficiência de vapor, irá mais devagar.

Posto isso, ao atendo leitor, como resumo da situação, faço a singela pergunta, porque não inventam uma “carro” que funciona com a queima direta de um combustível líquido? O Zé Ninguém acha vai dar certo.

O combustível líquido, é de mais fácil manuseio, tem alta concentração de energia por unidade de volume, dispensa caldeira, transformando diretamente a combustão em energia aproveitável.

O conjunto de tudo isso é muito menos pesado da máquina a vapor, portanto, a carga útil em relação a carga total é muito superior.

O Zé Ninguém, por estas características, prevê um futuro brilhante para este tipo de “carro”.

Na questão de aposentadoria, o sistema preconizado por Zé Ninguém, em relação ao sistema atual (e ao remendado pelo Congresso) difere, como diferem entre si, os carros movido a vapor e o movido a combustível líquido.

Hoje não, somente amanhã ou quem sabe na quinta, explicarei como funciona o sistema do Zé e porque pode ser comparado a um “carro” movido por motor a combustível líquido.

 

P.S.                 Fiquei sabendo, é o Zé Ninguém que fala, que motores funcionando a combustível líquido suplantaram o movido a vapor e não só, parece até que, atualmente em 2017, se fabricam no mundo uns 30 milhões de unidades, e 10% destas, só no Brasil.

P.P.S.S.           As más línguas afirmam que após o remendo ao carro a vapor, o que permitirá o seu funcionamento por mais alguns anos, o Congresso, vai colocar uns adereços a mais no carro a vapor, uns cromados, uma ou várias cores chamativas e, quem sabe, uma bela estrela, bem na frente.

Estilistas nacionais querem que o topo da chaminé seja cromado e com pontas agudas como se uma corona real fosse.

O Zé Ninguém acha que isso não resolve muito.

P.P.P.S.S.S     No livro do Zé Ninguém, “Cansei de Torcer pelo Brasil” no Capítulo VII “APOSENTADORIAS…” está detalhado o sistema de aposentadoria proposto pelo próprio Zé Ninguém. Seria o carro a combustível líquido.

 

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