CONTINUANDO A TORCER… – 11/6/18

ContTorcendo

Continuando com o que incomoda, e muito, o Zé Ninguém.

5      A reforma da Previdência Social não foi votada no Congresso, porém essa instância soube aprovar fundos para a campanha eleitoral deles próprios, dos congressistas, os ditos, representantes do povo.

A reforma da Previdência quase passaria se não fosse a teimosia (pela 2ª denúncia) do PGR, Rodrigo Janot. Para contrastar com as duas denúncias, o presidente Temer teve que “negociar” bastante para safar-se, com o resultado de que não tinha mais “argumentos” para intermediar a referida Reforma Previdenciária.

E o povo, a sociedade, as classes esclarecidas, os sindicatos debateram a questão? Não. O Zé Ninguém não constatou a existência de um debate sério sobre a dita reforma, sobre o que devia-se ou não devia-se reformar.

O Zé Ninguém entende que o povo não sabe e, nem ficou sabendo, que parcela considerável de déficit da previdência é causada pelas regalias aos funcionários públicos, que inclui além dos pobres professores e policiais, a grande nomenclatura do país.

A disparidade de tratamento entre funcionários públicos, é gritante. Mesmo eliminando esta discrepância, não resolveria o problema.

Essa DEVE SER ELIMINADA, pelo princípio da equidade, mais conhecida nos tristes dias atuais, como isonomia.

Nem essa gritante distorção foi discutida pela sociedade.

Os… congressistas atribuíram aos seus eleitores, a fala de que seriam contra a reforma. Qual reforma? Se essa não foi debatida.

Somente o Zé Ninguém apresentou na sua humilde e esquecida obra “Cansei de Torcer pelo Brasil”, uma alternativa válida e concreta com a alternativa à porcaria previdenciária que aí está.

6      Passa agora, o Zé Ninguém, depois de falar dos pobres aposentados (da iniciativa privada), a falar dos ricos.

Como quase todo mundo sabe, o Brasil (e o seu governo) copia as tendências internacionais, com, às vezes, adaptações nem sempre, aliás, quase nunca, racionais.

Trata-se de um assunto estranho ao grande público, mas que pode ter grande influência no desenvolvimento do país, portanto, do seu emprego, da sua saúde, da educação dos seus filhos, etc, etc, etc.

Na Alemanha, o governo permitiu que capitais de alemães clandestinamente existentes no exterior, poderiam voltar a mãe pátria legalmente, contra o pagamento/confisco de 20% do valor em questão. Considerando que os juros sobre capitais na Europa dificilmente ultrapassam os 5%, pode ser que ainda muitas capitais alemães, não foram repatriadas. Os 20% requeridos pelo governo alemão, corresponderiam a quatro ou cinco anos de renda europeia.

Bem, o que se fez no Brasil? Copiou-se literalmente o modelo alemão, sem um exame crítico da questão para adaptá-lo a nossa situação que, todo mundo pode convir, é bem diferente da Alemanha.

Logo que a providência foi anunciada, um bando de chacais e coiotes arrogou-se sobre as carniças… perdão, um grupo de governantes de estados e municípios exigiram participação sobre os 20%.

Assim, qualquer discussão séria sobre o assunto foi inibida, já estavam arregimentados interesses concretos (a carniça já estava perto dos dentes dos chacais).

O que se poderia fazer, considerando a situação de economia nacional?

O que se poderia fazer para criar condições para repatriar a totalidade dos capitais brasileiros no exterior, e não somente parte, como ocorreu na Alemanha?

Estes e outros tópicos do gênero, como por exemplo: de como estes recursos poderiam ajudar a economia nacional, deveriam ser discutidos na sociedade, no Congresso ou no diabo que for.

O Zé Ninguém, para animar a torcida, apresenta uma alternativa:

1º      Não cobrar os 20%. Os chacais vão ficar raivosos, mas é preciso manter-se firmes.

2º      Os valores ficam em conta vinculada ao titular em moedas estrangeiras e, esses valores NÃO DEVEM CONSTAR NA DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA.

3º      Esses valores somente podem ser utilizados como GARANTIA de empréstimo para investimentos produtivos.

4º      Essas garantias, custam a quem as requer um valor próximo a 3%, isto é, equivalente aos empréstimos europeus e metade da renda da caderneta de poupança.

5º      A renda dessa conta vinculada TAMBÉM, não entra na declaração do imposto de renda.

VANTAGENS:

a)    Boa parte dos capitais brasileiros no exterior podem reentrar (dizem que são quase um trilhão de US$).

b)   Muitos empreendimentos no Brasil não são realizados por falta de garantias reais (cerca 1,5 do valor do empréstimo requerido, exatamente o mesmo que o imperador romano Augusto determinou).

c)    A renda do titular, mesmo modesta, é atraente por ser isenta de imposto e em moeda forte.

Entenderam as vantagens?

Se tiverem ideias melhores, serão bem-vindas, desde que não contemplem as velhas baboseiras de sempre, queremos baboseiras novas.

Dessa forma milhares e milhares de empreendimentos projetados, orçados e programados, agora parados, poderão ser implantados gerando tudo que de bom podem gerar.

O conceito basilar, que nenhum esquerdista, populista, socialista, etc (inclua-se também boa parte dos empresários brasileiros) é que um bom governo, não é aquele que administra diretamente isto e aquilo, mas aquele que faz com que todas as forças produtivas tenham condições para operar.

É assim tão difícil entender?

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