A CONVERSINHA PARA O BOI DORMIR – 28/7/17

Boi dormir

A conversa para o boi dormir, ainda está em vigor, em relação aos viciados em drogas; felizmente está se vendo, algumas ações diversas das de considerar o usuário de drogas vítima e o traficante criminoso.

No caso da “Cracolândia” em São Paulo as autoridades municipais e estaduais tiveram iniciativas diversas da usual conversa para o boi dormir, que considera o “usuário” vítima, e o “estado”, isto é o contribuinte, pagar para ele ser tratado.

O “usuário” de drogas, pode ter chegado a essa triste situação por diversos e variados motivos, nenhum destes motivos deveria justificar o fato inconteste que ele é o “único sustentáculo do crime organizado”, no caso, o tráfico de drogas.

Por ser o único sustentáculo da organização criminosa, ele, o usuário, não somente é o criminosos, mas mais do que isso, ele é o alimentador do crime, é o motor único do crime, portanto, ele é o criminosos mor.

No conceito do “politicamente correto” ele, seria, ao contrário “vítima das circunstâncias” e, as entidades e pessoas do time do “politicamente correto” aplicam medidas que “eles” acham oportunas, mas que, aqui e alhures, há muitas décadas, se demonstraram totalmente insignificantes face ao problema.

O problema é de larga escala, e deve ter medidas para resolvê-las, também de larga escala e, é bom ressaltar, não excessivamente cara para os contribuintes.

Iniciamos a discussão sobre a melhor maneira de resolver o problema, partindo da experiência da Cracolândia de São Paulo.

Os “politicamente corretos” advogam que o “usuário” deve ser consenciente ao seu internamento. É ingenuidade ou pura ignorância? Até um sujeito com resfriado tem uma certa resistência a tomar remédios, imaginem um “usuário” de drogas que afetam profundamente o discernimento do sujeito.

Ele, o “usuário”, não tem discernimento sobre o que seria o seu interesse, seja que aceita a internação, seja que a recuse. Ele é incapaz de saber e querer… e tem toda uma legislação nacional e mundial sobre os indivíduos nessas condições. Aplica-se.

Portanto, sempre no meu limitado entender, o “usuário” deve ser internado coercitivamente. Esta coercitividade pode ser o caminho para a redenção.

Esperar que o “usuário” num milagroso momento de sanidade aceite ser internado é pura insanidade dos “politicamente corretos”.

Posto isso, vejamos o processo de “cura”.

Que eu saiba, e sei muito pouco, o “tratamento” deve implicar mais cedo ou mais tarde, da abstinência as drogas, esta abstinência, dizem, é dolorosa. Portanto, terá uma certa quantidade de dor no processo de reabilitação seja com redução paulatina das drogas seja com o corte abrupto. Sou fautor do corte abrupto, mais barato para o contribuinte não “usuário”, e aplicável em larga escala.

Mas se se constituem organizações voluntárias para tratamento não abrupto, que bem venham, claro está, sem o auxílio dos contribuintes.

Suponho que o contribuinte não quer aliviar para criminosos, seja ele rico ou pobre. Desafio os “politicamente corretos” a realizar um referendo sobre a matéria.

O tema seria.

““É a favor do internamento coercitivo dos usuários de drogas?””

Enquanto este esclarecedor referendo não vem, vamos examinar outra faceta do consumo de drogas. Inserimos no contexto também o consumo de álcool que, muitos dizem, é tão ou mais nocivo que as drogas tipo crack, heroína, cocaína, etc.

Bem, no caso do álcool, como droga destruidora de lares e cefeidoras de vidas, o sistema legal estatal não persegue as casas vinícolas nem as destilarias (cognoc, whisky, rum & cachaça), não persegue tão pouco as importadoras e distribuidoras dessa “droga”, mas intervêm, para mim, ainda timidamente, sobre o usuário…

… e lá vai a lei do bafômetro.

Antes de continuar, gostaria de contar quantas risadas deram os tailandeses quando souberam  que no Brasil, o bêbado e o suposto bêbado, podem se recusar a ter testado o grau de bebedeiras.

Foram risadas a não acabar.

Fiquei vexado, … mas quem me mandou contar coisas do Brasil no exterior?

Retomando o fio da meada. Existem drogas, o álcool, pelo qual não se persegue o traficante, mas sim o usuário. E existem drogas (crack) que ao contrário se persegue o traficante e não o usuário.

Tem lógica?

Portanto a receita do Zé Ninguém seria:

  1. Tratar as drogas químicas do mesmo molde das drogas álcool, isto é, paz para o traficante e guerra ao usuário.
  2. Internação coercitiva por período fixo em estabelecimento próprio (não nas cadeias, mas com tratamento cadeioso).
  3. Saindo do “estabelecimento coativo”, digamos, depois de três semanas, os usuários, as próprias custas, ou a custa de entidades voluntárias (sem participação do contribuinte, que já fez a sua parte) poderão continuar o tratamento de reabilitação, nos moldes que bem entender.
  4. O processo de condução coercitiva ao estabelecimento penal específico deve ser realizado em larga escala e permanentemente.
  5. Sugerir ao Embaixador do Brasil na Tailândia, informar as autoridades daquele País que não é verdade que os bêbados ao volante, podem recusar-se a fazer o teste do “bafômetro”. “Esta informação”, diria o Embaixador, “é uma pura mentira e somente pretende prejudicar a imagem do Brasil no exterior. É calunia dos inimigos do Brasil”.

 

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