DE NOVO A QUESTÃO DOS DESEMPREGADOS – 26/1/17

De Novo a Questao dos desempregados

São, dizia a imprensa, 11,2 milhões de desempregados.

São, digo eu o Zé Ninguém, somente 7,5 milhões.

Agora vem a notícia, nos jornais, que pelo conceito do DESEMPREGO AMPLIADO, o desemprego no Brasil é maior; seriam cerca de 21,3% da força de trabalho, isto é, ao redor de 20 milhões de brasileiros.

O que tem a mais no “desemprego ampliado”?

Basicamente compreende também os subempregados e os subaproveitados: os que fazem “bicos” e os que trabalham aquém do que poderiam e gostariam.

Interessante.

Temos então uns 10 milhões de cidadãos nesta condição de subemprego.

Aguardamos portanto, que o Governo Temer e o Congresso promovam medidas oportunas para a retomada do crescimento econômico, condição indispensável para a redução do desemprego e subemprego, juntos, no novo conceito do “desemprego ampliado”.

Analisando a lista dos 30 países com os percentuais do desemprego ampliado, ressaltam coisas deveras e curiosas.

Uma delas que bem três (talvez cinco) países da Comunidade Europeia com indicadores superiores ao do Brasil:

  • a hilária Grécia;
  • a Espanha;
  • a Itália.

Da Espanha já se sabia, há anos, da grave crise que a assolava, resultando em taxa elevadíssima de desemprego.

Da Itália, vi o valor expresso, superior do Brasil, com surpresa.

Pensando bem, pode ser o resultado de desmonte da indústria italiana nas décadas de 70 e 80 pelos próprios governos italianos que o permitiram. Pena, mas os italianos mereceram, de fato por duas vezes, votaram contra a energia nuclear…, a França e outros países nucleares agradecem a gentileza.

Voltando ao Brasil, se não fizermos, e logo, as reformas necessárias nos tornaríamos a “Grécia dos Trópicos”.

Ressalto que para Zé Ninguém, a reforma mãe, é a reforma política, com o voto igual para todos, contrastando assim a chamada “Constituição Cidadã” que prescreve o contrário (bonito isso?).

Além do voto igual para todos, deve-se implementar algum mecanismo eficaz contra os partidos nanicos, o aluguel deles está cada vez mais caro.

Outro aspecto curioso é que, Suíça e Dinamarca tem o indicador de 15% contra a do Brasil com 21,2%.

Se configura um outro mundo. Um mundo onde laboriosos suíços e respeitáveis dinamarqueses, vão fazendo bicos por aí, talvez vendendo bugigangas para os turistas.

Esquisito.

E a Bélgica em…, a rica e próspera Bélgica, das ótimas cervejas e do famoso chocolate, tem o indicador nos 13,9.

Vejamos agora a Alemanha, 10 redondinho e os USA com 9,6% da força de trabalho desempregada ou subempregada.

Mas tem mais e mais interessantes; na lista os países com menor taxa são a Hungria e a República Checa, dois países sem relevantes recursos naturais, e por coincidência não coincidente, são os dois países que não permitiram e não permitem a permanência de sírios, paquistaneses e outras etnias, fugindo da pátria não tão amada.

Refletimos sobre estes fatos: escassos recursos naturais e baixíssimo indicador de desemprego e subemprego.

Ao que se deve?

Sem dúvida alguma, ao arranjo social econômico da nação. Arranjo este que não se constrói em dias e semanas, mas em décadas… em gerações.

A mais, este arranjo sócio econômico fatigosamente constituído, deve ser frágil; a inserção de contingentes expressivos de pessoas de cultura e costume diversos pode ser fatal.

Talvez por isso, a resistência a entrada de sírios.

Apesar de lamentar o destino infausto de todos os imigrantes (eu fui um deles) sobre os sírios eu teria diversas questões a levantar:

1º    A Síria (o seu governo ilegítimo) azucrinou os países vizinhos, fomentando e financiando a violência, por décadas.

Agora que o feitiço se virou contra o feiticeiro são considerados coitados, são mesmo, e o governo criminoso sírio continua no poder.

2º    Os sírios vieram, antigamente, no Brasil, fizeram fortunas e ajudaram a construir o Brasil sem abrir mão dos seus usos e costumes e respeitando os usos e costumes (e as leis) do país que os acolheu.

As diversas etnias muçulmanas que entraram na Europa, tiveram o mesmo comportamento dos “nossos” sírios e libaneses? Certamente que não, são talvez uma minoria atuante, prepotentes, nada mais.

3º    Porque os sírios, muçulmanos, não vão para os outros grandes países muçulmanos que os poderiam acolher? Em lugar da fria Escandinávia e, disciplinadíssima Alemanha?

O que será? Amigo leitor, perplexo, tanto quanto eu, pense neste porque.

Pense mesmo.

Eu, da minha parte, penso que as razões são duas, talvez três:

1          Os grandes países muçulmanos não os querem.

2          Os sírios não querem ir para países muçulmanos.

3          Talvez, talvez, talvez, foram induzidos a ir na rica (?) Europa, para permitir a entrada de terroristas.

e quais são, perspicaz leitor, as suas hipóteses?

 

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