DOS AGLOMERADOS DE PINÓQUIOS ou seja AS MENTIRAS CONTINUAM – 31/10/18

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A postura do candidato derrotado à presidência no seu primeiro pronunciamento após o término do pleito, foi lamentável mas, pelos cínicos, esperada.

O PT não é um partido democrático, aliás, tem até gente maldosa que afirma que nem é um partido, mas sim, uma seita religiosa sincretista ou coisa parecida.

A alternância do poder de grupos políticos distintos na concepção do que seria melhor para a nação é o distintivo maior da democracia. Nesse sentido vale lembrar que nos Estados Unidos o candidato derrotado nas eleições presidenciais manifesta-se – democraticamente – com “Ele foi meu adversário, agora é meu Presidente”.

Ao contrário, o nosso derrotado, volta ao costumeiro lero lero de “nós contra eles” e outras figuras de retórica, indigna, até da propaganda de uma pasta dental.

Além da falta de elegância (esperada) e falta de práxis democrática  (esperada) e das usuais inverdades (esperadas) e o chamamento a continuar a luta (devido e lógico) disse uma mentira relacionada a “injusta” prisão (para ele e a turma dele) do presidiário-mor de Curitiba.

Lembra, o Zé Ninguém, que no Brasil, e não faz muito tempo, dizia-se “Decisões da justiça não se discutem, se cumprem”.

O PT, quando lhe interessa, contesta a justiça e o seu aliado natural, Ciro gaiato Gomes disse mais: “se for eleito [a presidente]… colocaria os juízes nas suas caixinhas”, sem especificar o tamanho destas, nem de que materiais seriam constituídas. Somente Ele, teria conhecimento privativo da natureza dessas gavetas.

Enfim, o candidato derrotado na fala logo após do término das eleições e da tenebrosa arenga(1) da “luta continua”, citou a ONU, como defensora da soltura do presidiário mais querido de Curitiba.

Quantos dos milhões de eleitores do poste nº 2, terão capacidade crítica e informações fidedignas para contestar a declaração leviana do derrotado?

Certamente não os “professores universitários” agarrados a décadas, a uma ideologia que nunca funcionou em lugar algum do planeta terra (o terceiro a partir do Sol).

Certamente não os “cantores” que usualmente cantam louvores a quem melhor lhes paga.

Certamente não os “cientistas políticos” que somente alinham nas suas análises, lugares comuns acríticos e geralmente desmentidos pelos fatos supervenientes… e certamente não pelos “milhões de analfabetos funcionais”, pelo milhões de “pobres” que almejam algum milagre…

… e assim em diante.

A inverdade do candidato derrotado ficará na memória dos coitados citados por muito e muitos anos.

Agora, porém, vem o Zé Ninguém, que sem Wikipédia, sem WhatsApp, enfim, sem internet, e coisas do gênero, vai desmontar a mentira do mentiroso.

Quem fala pela ONU? O mentiroso não sabe, mas o gentil Zé Ninguém o informa.

É a Assembleia Geral, na qual, representantes de todas as nações (excluída algumas que o Zé Ninguém preza muito) se manifestam através de declarações solenes e resoluções, nem tanto.

Foi a Assembleia Geral que se manifestou pela soltura do presidiário Curitibano?

Não!

Foi o Secretário Geral, expressão autônoma da Assembleia Geral da qual cuidadosamente nunca se distancia?

Não!

Foi o Conselho de Segurança (entidade formada pelas cinco potencias vitoriosas da 2ª Guerra Mundial) a toda poderosa entidade antidemocrática que se sobrepõe a própria inerte Assembleia Geral?

Não!

Quem foi, enfim, se não foram nenhuma das legítimas e ilegítimas entidades citadas acima?

Foram (02) dois (02) representantes de um Comitê da ONU, um comitê similar a uma Comissão do nosso Congresso.

O Itamaraty faria um bom serviço ao País se esclarecesse esta questão e a divulgasse ao povo brasileiro.

O Zé Ninguém agradeceria, mesmo se não confirmasse as opiniões, de leigo costumaz, acima expressas.

Outro aspecto hilário, na postura do candidato derrotado é de que ele é e será depositário dos tantos milhões de votos recebidos.

Os recebeu sim, mas são na maior parte votos voláteis. Tal como os 54 milhões da ex “presidenta” que não conseguiu eleger-se senadora em Minas (O Ministro do STF Lewandowski está chorando até agora).

Tal como os 20 milhões da candidata Marina, dos quais 19 evaporaram-se.

Mas no fim e ao cabo, não interessa se o candidato (e o seus aglomerados de pinóquios) fiquem ou não, no futuro, com os eleitores que agora o escolheram.

O importante, na fala populista e infeliz, é que prestou um desserviço ao País e a Democracia, não prestigiando, com a dignidade de um estadista, a alternância dos poderes como normal processo democrático.

O que poderia-se esperar de um sujeito que semanalmente mendigava a “nomeação” a candidato, ao mais querido presidiário de Curitiba?

Nota:

(1)         Arenga = Discurso ou oração proferida em público(2), informalmente, discurso cansativo, fastidioso, aranzel… lenga-lenga.

(2)         Os brasileiros que foram ver o Duomo di Milano (Catedral de Milão) poderiam ver, na praça no lado direito olhando pelo dito Duomo, o ARENGARIO, reconstrução de similar em Roma(3).

(3)         Naquele tempo os políticos metiam a cara, ganhavam ou perdiam, em função da “arenga”.

 

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