É A SÉRIO…?! – 2/10/18

easerio

Os advogados do esfaqueador do Jair Bolsonaro, com uma rapidez alucinante saíram, como do dever deles, na defesa do esfaqueador.

Utilizaram, talvez pela pressa, uma expressão dúbia:

“Ele”, o esfaqueador “se sentia ameaçado, portanto reagiu”.

Vamos por partes, como dizia o êmulo Jack, o Estripador.

1º      Pertence a alguma categoria dos ameaçados pelo JB?

Ele é gay? Apoiador do LGBT… É corrupto ou corruptor? É ladrão ou assaltante?

Parece que não. Portanto, qual seria a razão para sentir-se ameaçado?

2º      Caso tivesse razões para sentir-se ameaçado, ele, o esfaqueador, devia esperar pelo menos o 2º turno para agir ou, melhor, o fim das eleições para poder considerar reais as ameaças a ele próprio (que, ainda, se desconhecem).

3º      Ele, parece, é um fiel de uma das tantas igrejas evangélicas modernas (moderna por comerciais) e, penso e espero, que cultivem os mandamentos de Deus transmitidos à Moises.

Será que ele não estava presente no dia que, nas aulas de catecismo, se comentava o mandamento “não matarás”?

4º      Se ele se sentiu ameaçado e partiu para a facada para valer, então, todos que se sentirem ameaçados “podem” também esfaquear o “ameaçador”?

Se assim for, cem milhões de brasileiros teriam, cada um, a própria lista de ameaçadores e aí, em lugar de eleições teríamos um esfaqueamento geral.

O “Presidente Eleito” seria então o candidato sobrevivente.

Neste último caso, o Zé Ninguém, mesmo não votando (mas pagando impostos) apresenta a sua lista de “ameaçadores”; informando, porém e previamente, que ele é um fiel seguidor do mandamento divino “não matarás”.

O primeiro da lista, para começar, não porque é o maior ameaçador, seria Requião, o nefasto, ex governador do Paraná, que quer um segundo período de aposentadoria no Senado em Brasília.

O segundo, mais ameaçador do pífio Requião, seria Ciro Gomes, por ter dito “se for eleito [Presidente] libertarei o Lula e colocarei os juízes nas caixinhas”.

Disse “caixinha” e não “cadeia”.

Se tivesse dito cadeia teria ultrapassado o Ministro Lewandowski, na sua ânsia de premiar e promover criminosos. A futura “Senadora” por Minas Gerais, está aí de prova.

Em terceiro lugar, como “ameaçador” não colocarei o Haddad, coitado, ele é pessoa de bem, somente fraco e insignificante, como ficou demonstrado com o 2º poste. Ele, porém, é ameaçador por seguir (e seguirá) as ordens do seu Senhor.

A seguir me sentiria ameaçado por cantores e cantoras, compositores musicais, artistas em geral, usufruidores da Lei  Rouanet, enfim, toda a gente que canta e não pensa.

Ainda tem a mais numerosa e perniciosa classe dos professores de universidades que, por conhecer as leis, da termodinâmica, ou a solução das equações de quinto grau, pensam que podem “orientar” o eleitor na continuação da experiência esquerdista.

Para eles, parece que o “mensalão” não existiu, que o “petrolão” foi um simples desfalque de caixa, que Pasadena, foi um ótimo negócio, que a Odebrecht, sempre agiu com lisura, que a Lava Jato só persegue inocentes.

Estes “eles” ainda poderão, no futuro, “explicar” as propinas da… (empresa sueca) e das… (empresas petrolíferas) e dos… presidentes de diversos países socialistas.

Porém, não se sente ameaçado, o Zé Ninguém pelos eleitores nordestinos que votam equivocados. Eles são vítimas seja dos caciques locais que os que dominam geração após geração, seja da ilusão do estado assistencialista. Eles são um perigo para a democracia, não uma ameaça. Coitados são, e coitados permanecerão.

 

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