ETA, COREIA DO NORTE! – 6/11/17

Eta Coreia

Em seguida aos lançamentos de mísseis da Coreia do Norte, visando atingir os EUA com as bombas nucleares também em desenvolvimento e, analisando a frase do Kim Jong-un de “afundar o Japão” e “escurecer os EUA”, fiquei curioso em saber qual o poder real desse país.

O Zé Ninguém tem experiência comprovada nesse tipo de análise. Em 1941, por exemplo, quando o mesmo afirmava publicamente (na escola), que o Eixo (Alemanha, Itália e Japão) iria perder a guerra (e naquele ano estava vencendo), chegou a ser expulso de todas as escolas da Itália, por Decreto publicado no Diário Oficial do Reino da Itália, por volta de setembro de 1941.

De onde vinha tanta certeza do então jovem Zé? Ele consultava um manual no qual constavam diversos dados econômicos de todos os países do mundo.

Lembro-me que somei a produção do aço dos países do Eixo e associados de um lado e, dos chamados Aliados, do outro.

O segundo grupo tinha uma produção de aço mais do que o dobro do que dos países do Eixo, daí, concluí, o Eixo iria perder.

De fato, se tinham o dobro de aço, tinham o dobro de indústrias de transformação (canhões, tanques, navios, etc).

Daquela época em diante, em todos os conflitos do nosso triste mundo, analisando a situação geopolítica e de alianças que poderiam superar as toneladas de aço, desde aquela época até hoje, com exceção de uma, acertei todos os resultados de conflitos. Excluído, somente um conflito, a guerra civil na Nigéria, na qual a etnia Ibo, por desgraça da própria Nigéria, saiu derrotada.

Não somente previa os desenlaces de conflito em andamento, mas até previa e acertava conflitos que iam ocorrer anos depois.

Por isso, somente por mera curiosidade, fui analisar o potencial da Coreia do Norte.

Não vou me delongar sobre as dezenas de indicadores econômicos analisados.

Em breve, direi que analisei previamente países que conseguiram a bomba atômica, o Paquistão por exemplo, e países que queriam tê-la e desistiram: África do Sul, principalmente, e também Argentina e Brasil.

Enfim, a Coreia do Norte, país menor do que o Amapá, com população equivalente a Minas Gerais, tem geração de energia equivalente a 10% da Coreia do Sul e 1% da China. Dados sobre aços não são divulgados (ou eu não os achei).

De qualquer forma, verificando outros dados, temos que o Produto Nacional Bruto é de mero 15 bilhões de US$, (da Nigéria é de 150, e a do Brasil é de 2.250 bilhões de US$).

Dizem que exportam têxteis, mas recolhem somente 50.000 toneladas de algodão: é pouco, muito pouco para uma população de 25.000.000 habitantes, são dois quilos por pessoa, e ainda dizem que exportam…

Além de “comer grama” como disse o hilário Putin, do qual sou admirador, os coreanos, tirando os fardados, deverão circular nus?

Falando em grama, a parcela per capita de cada coreano do norte, por ano seria de 80kg de milho e 120kg de arroz, o que é razoável.

As 900.000 toneladas de maçã corresponderiam a cerca de 0,59 maçã por pessoa/dia.

Deixando a grama e a maçã de fora, fica evidente que a Coreia do Norte, NÃO TEM CAPACIDADE INDUSTRIAL para fazer o que está fazendo.

É claro, evidente e “lapalissiano”, que tem ajuda da China e, em escala menor, da Rússia.

Certeza absoluta garantida por Zé Ninguém.

Por que China e Rússia fingem de nada saber e apoiam, por enquanto, o imbecilóide?

É para criar problema aos EUA, nada mais. E sendo que o Presidente dos Estados Unidos, se chama Trump, podemos, sim, nos preocupar.

 

 

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