FASCISTA… FASCISTA! – 25/10/18

fascista

Grita a esquerda “esperneandi”, na véspera de uma humilhante derrota eleitoral, até preanunciada pelo Ciro Gomes, aquele mesmo que queria, se eleito, soltar o presidiário favorito dos curitibanos e “encaixar” os juízes.

Fascista… fascista…, gritam os petistas, os mesmos que queriam, a um só tempo, o desarme da população e instituir o “controle social” da imprensa.

O “fascista” seria o candidato a Presidência favorito dos eleitores.

De fato, na Câmara dos Deputados quando do impeachment da “presidenta”, elogiou um torturador e queria que o filho votasse por ele. Zelo de pai, sim, mas não postura de um político republicano. Ainda bem que o Presidente da Câmara, Eduardo Cunha (também preso na cadeia em Curitiba) o recolocou na trilha correta. O deputado era ele, e ele é que devia manifestar o seu voto.

Como o Zé Ninguém já disse, e agora repete, o candidato a Presidência da República Federativa do Brasil, primeiro na intenção de voto, não é o candidato do ideário do Zé Ninguém mas, a História quer, que o PT e todos os seus aliados, sejam escorraçados da vida política do país ou pelo menos da nefasta governança deles, ponto.

É uma página da história que se vira. Como ser virou na Itália, quando todos, unidos sob a bandeira vermelha, rejeitaram o fascismo.

Portanto, como primeira medida salutar: fora o PT…, depois veremos.

Fascista… Fascista grita a esquerda desnorteada já procurando alinhavar uma “narrativa” para uso no futuro: agora é a “fraude” que subentra ao “golpe”.

Vão “narrar” lá, na caixa prego, diz o Zé.

A candidata a Vice do PT não é do Partido Comunista do Brasil?

Apesar de bonita é uma coitada…, que tipo de comunismo quer implantar? Talvez de Cuba ou da Coreia do Norte, os únicos países que, por infelicidade dos próprios povos, nos quais ainda existe um sistema comunista.

Ou talvez pensa, a mais linda candidata a Vice da história do Brasil, implantar um regime bolivariano? Tá aí a Venezuela para ver os resultados: rico em petróleo, pobre em gestão da coisa pública.

Fazendo uma comparação macabra (e indevida) os regimes comunistas mataram mais gente que os regimes fascistas. Deve-se abominar os dois.

O controle estatal dos regimes comunistas (na realidade nada tinham de comunismo, era, foi e é somente capitalismo do estado) era mais rígido e eficaz que a do fascismo italiano, equiparando-se somente ao fascismo alemão e nazismo.

Na condução da economia, é comunismo, me perdoe Karl Marx querido, era muito mais incompetente que os regimes fascistas.

Mas, dirá um leitor surpreso, como o Zé Ninguém pode afirmar isso?

Bem…, o Zé Ninguém ficou 19 anos sob o regime fascista original, o italiano; aliás fez carreira nesse regime. Começou aos seis anos, como “Figlio della Lupa” (filho da loba), primeiro degrau da organização fascista da juventude. A GIL – juventude italiana do littorio (o littorio era o nome que os romanos antigos davam ao “fascio” de vergas que os “littores” carregavam para punir alguém. Depois de “filho da loba”, o Zé passou a “Balillo” e, no devido tempo, a “Balillo Moschettiere” sendo treinado com um mini moschetto (mosquete, no raio do português) modelo “Carcano”, o mesmo que matou Kennedy.

Depois, bem depois, exatamente na noite de 24 para 25 de abril de 1945, o Zé Ninguém que foi convocado no dia 23 de fevereiro a servir no exército italiano para combater ingleses, americanos, poloneses, marroquinos, indianos, australianos, neozelandeses, franceses e… brasileiros, que já estavam no rio Pó a meros cinquenta quilômetros de Milão…, dizia, o futuro Zé Ninguém, que ele e mais oito amigos, dos quais somente um estava armado, assaltaram uma ex escola, transformada em Arquivo Militar presidida por cinco soldados italianos, que não eram combatentes, eram… arquivistas, e mais dois soldados alemães.

Conquistado a fortaleza e agora armados, todos eles passaram a noite toda no telhado da escola.

Enfim, os membros do grupo, pertencente a 105 Brigada Garibaldi (comunista) tinha cumprido  a tarefa que lhe foi confiada, a eles transmitida pelo comandante Farini.

Agora pasmem, o dia 25 de abril é festa nacional na Itália. Viva então o nosso Zé Ninguém que passou uma semana de medo até a chegada do exército americano no dia 1º de maio.

A guerra acabou no dia 8 desse mês primaveril (no hemisfério norte).

Resumindo, a maior parte dos italianos do norte da Itália, os mais audazes ou os mais imprudentes, entraram em organizações para lutar contra o fascismo.

O Zé Ninguém somente podia juntar-se a organização do seu bairro que era o já citado 105 Brigada Garibaldi SAP.

Do nosso grupo, excluídos dois, todos eram comunistas.

A seguir com o fim da guerra e a instituição da democracia, se formaram partidos… inclusive o Partido Comunista Italiano PCI, o mais importante e influente partido comunista europeu. Quase tomou o poder… quase.

O maior e mais perigoso (para a liberdade) legado do PCI foi a difusão universal do pensamento de Gramsci. As teorias dele foram aplicadas, com sucesso, no Brasil, antes mesmo que o PT assumisse o Governo.

É esta crença gramsciana, que a maioria do povo desconhece, que deveria, assim espera o Zé Ninguém, ser eliminado pelo novo Governo.

P.S.        Se alguém quisesse saber mesmo o que é o fascismo, ou Gramsci, recomenda-se consultar o “Dicionário de Política” de Norberto Bobbio, bem conhecido e estimado no Brasil.

É publicação da “Editora UnB” da FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA.

Tem mais.

O prefácio é do ex Presidente Fernando Henrique Cardoso e foi impresso na IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO quando Governador era o senhor Geraldo Alckim, o mesmo que, quando candidato a Presidência, “esqueceu-se” de bater no PT e na associação “pública e privada” de sujeitinhos que saquearam e sacanearam o povo brasileiro.

 

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