GUIA PARA AS ELEIÇÕES DE 2018 POR ZÉ NINGUÉM – 30/8/18

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Este guia para o eleitor de 2018 inicia-se com a seguinte pergunta:

“Podemos Avançar com a Nova Rede de Solidariedade Patriótica?”

No momento, o foco não é obter a resposta… Mas, sim contextualizá-la!

Essa frase interrogativa foi formada com palavras que identificam partidos políticos que não optaram por siglas, como: Podemos, Avanti, Novo, Rede, Solidariedade e Patriota.

Podemos” – parece produto importado da Espanha.

Avanti” – era o aguerrido jornal diário do Partido Socialista Italiano. Colaboraram nesse jornal, pessoas de peso, como: Nenni (mais à esquerda dos comunistas) e Mussolini (o fundador do Partido Fascista), por exemplo.

Novo” – termo que se presta a qualquer ideologia e partido. Os nazistas e comunistas (e facistas) advogam sempre ao “homem novo”.

Rede” – se não for rede rodoviária ou ferroviária ou navegação fluvial (que fazem imensa falta ao Brasil) só pode ser para pescar… pescar os incautos?

Solidariedade” – importado diretamente da Polônia, sem pagar impostos alfandegários, nem royalties ao saudoso Lech Walesa, o criador dessa sigla, o primeiro a enfrentar a toda poderosa URSS. Dado interessante: Lula e Walesa, se encontraram em Roma… e não deu liga. Agora sabermos o porquê! Walesa, depois da Presidência, continua pobre.

Patriota” – … todos nós somos… ou não somos? Este termo retorna, ao termo consagrado, Ressurgimento (patriótico) do Movimento Político Popular que buscava a saída de potencias estrangeiros da Itália, com o consequente “ressurgimento” da Itália (que nunca existiu como entidade política).

Mas, vamos ao mais relevante universo das siglas partidárias e cantemos as suas letras, são 79, assim distribuídas num quadro 10 x 8.

 

Siglas

 

Nota: Dos 30 “p”, 26 são da palavra “Partido”.

Pela lógica das letrinhas, se o eleitor gosta de ir com a maioria, mania do eleitor brasileiro “que não quer perder o voto”, deveria votar para o PSB que recebem 49 presenças no siglário político nacional. Usando o abusado sistema de apresentar relações em percentual, representaria, o PSB, 58,9% do letreiro político nacional.

Caso o eleitor queira votar para o “centro democrático” que no nosso quadro representam as letras intermediárias, logo após as primeiras três já citadas, deve votar para o TCR (não se sabe se é da extrema esquerda ou extrema direita) mas o nome por extenso é: Trabalhadores e Camponeses Revolucionários.

Tem ainda, como opção o MCVO, que nada mais, é o conhecido “Movimento Cívico e Vitorioso dos Operários”.

Existem ainda três partidos nanicos, de uma única letra, N, H, E, que apesar das notáveis divergências ideológicas (um é trotskistas-leninistas, outro liberal radical e o último maoísta anticonfucionista), resolveram se unir para atender aos limites impostos pelo Supremo Tribunal Eleitoral.

Bem, aí está o guia para se orientar no cipoal de letras partidárias.

São necessárias, porém, outras e relevantes orientações:

O eleitor brasileiro se foca quase que exclusivamente na escolha do Presidente. Ledo engano. Engano terrificante. Tem que se ter o maior cuidado na escolha ponderada do “Deputado Federal”.

É Ele, o Deputado Federal, e somente Ele, com a cambada dos colegas, que faz as Leis. É somente Ele que as modifica, é somente Ele que as reprova. Ele, somente Ele, e os demais eleitos Deputados Federais que respondem pelos 80% dos acertos e desacertos do País.

Então o “Guia” já avisa, com o atual sistema eleitoral, não haverá renovação no Congresso, graças ao:

  • fundo partidário que reforça o domínio dos caciques;
  • sistema eleitoral inepto.

Para ter renovação serão precisos:

  • voto distrital puro;
  • voto igual para todos (atualmente pela Constituição de 88, NÃO É).

Voltemos, porém, aos candidatos a Presidente, coqueluche do eleitor brasileiro, (e por isso, se ferra…).

Os candidatos a Presidente neste guia, seguem as preferências do Zé Ninguém (ora… não é ele que elaborou o Guia…?).

Meirelles – de longe é aquele que conseguirá desenvolver uma economia pujante e, somente a economia pujante dará: emprego, renda, educação, saúde e segurança. Quero ver um país com economia cambaleante oferecer emprego, saúde, renda, etc…

Alckmin – tem enorme capacidade administrativa e política (se nomear Meirelles Ministro da Fazenda o Brasil daqui a 4 anos terá mudado tremendamente para melhor). Interessante, a propósito da segurança, é o seu discurso. “No meu governo reduzi a quantidade de homicídios de 13.000 por ano, para 12.000, 11.000, 10.000, 9.000, 8.000, 7.000, 6.000, 5.000, 4.000, 3.000 e ainda podemos diminuir muito mais”, tirou assim boa parte do discurso do Bolsonaro.

Álvaro Dias – pessoa do bem, confiável. Conhecido somente em Curitiba e ainda muito menos do Juiz Sérgio Moro e do ilustre presidiário que nos honra pela sua presença.

Marina Silva – pessoa de bem, não tem a mínima ideia de qual seria a economia que salvaria o Brasil. Entende-se que as grandes votações do passado foram o reflexo do eleitor para fugir do bipolarismo existente. Agora? O Guia não sabe o que dizer.

Ciro Gomes – pessoa nervosinha. Disse que tiraria Lula da cadeia e que colocaria os Juízes na “caixinha”. Será que não quis dizer na “cadeia”. Pessoa inteligente e aguerrida, mas totalmente “fora da caixinha”.

Bolsonaro – 1º nas “pesquisas”. Não é candidato a xerife, mas à Presidência da República, experiência no executivo zero, experiência no legislativo: promoção de um ex-torturador (é ex, porque agora não tortura mais). Na economia, se diz liberal, contra o Estado “assistencialista”. Será isso suficiente? Para o Zé Ninguém, não.

Candidato do PT – Quem será? O presidiário ou o ex-prefeito de São Paulo? Eis a questão. Votar em qualquer um deles será um retrocesso. Maior no caso do primeiro, menor no caso do segundo. Sim, o Haddad será melhor que o presidiário. Porém, vai que ele queira impor um “controle social” da imprensa (é a medida básica das ditaduras), e também “desarmamento da população” evitando assim, o risco profissional dos assaltantes.

E o resto – se quiser votar neles, fique à vontade.

COMPAREÇA ÀS URNAS.

Se você não votar, alguém decide por você!

 

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