A MARAVILHA DAS MARAVILHAS – 19/5/17

A Maravilha das Maravilhas

Maravilhosa é a situação do eleitor brasileiro. Maravilhosa mesmo.

Vejam só, ele tem que votar no curral.

Votar na lista fechada de um partido, é voto de curral.

Em compensação deve pagar (fundo partidário) para ser ludibriado, enganado, traído e, na melhor das hipóteses, desiludido da atuação dos eleitos.

Resumo, pessimista ou realista, eu te pago para tu mentir-me.

Evidentemente a sociedade, espero, não deixará passar esta solução “maravilhosa” engendrada pelos políticos que temem ficar desempregados, aumentando assim o número destes de 14.000.000 para 14.000.500.

Querem, porque querem, que o Fundo Partidário seja “gordito”.

Nada contra o Fundo Partidário, tudo contra o voto de curral. Dizem, os Presidentes dos partidos que as “campanhas” são caras.

Ah é?

Então, porque não se implanta o voto distrital?

As campanhas ficarão bem mais baratas.

Nada de candidatos deslocando-se do norte ao sul desse imenso Brasil. Eles podem ficar tranquilamente no distrito, no máximo, poderão tomar um táxi para ir de um lado ao outro do mesmo, não precisarão de voos comerciais e hotéis estrelados e muitos menos de jatinhos.

Estarão no distrito a contato direto com os eleitores, com os diversos segmentos da sociedade, como se usa dizer atualmente, e neste contato direto, ambos se conhecerão, o eleitor conhecerá melho o seu candidato, e este conhecerá melhor as aspirações do eleitorado.

A lista de curral, a lista fechada não tem nada disso.

Portanto, um lema que poderia ser utilizado seria:

Não! ao voto de curral.

Sim! ao voto distrital.

Ou se preferirem:

Sim, ao voto distrital.

Não, ao voto de curral.

Tanto faz.

Por enquanto, o que está em andamento se o povo não reagir, é o voto de curral, com “fundo partidário” e, pasmem com direito, os partidos, a um Refis.

Podem?

Claro que sim, se você, acomodado leitor, deixar acontecer.

 

 

P.S.   Não entendo o escarcéu relacionado ao caso Temer. O Zé Ninguém já tinha dito que a chapa Dilma – Temer (PT – PMDB) era de igual nocividade. A diferença é que Dilma fez um péssimo governo, levando o País ao fundo do poço. Temer, ao contrário, não está conseguindo tirarmos de lá.

Cabe ao Congresso (este Congresso?) a tarefa e a capacidade de encontrar uma solução institucional que nos leve, com tranquilidade e incremento da economia, as eleições de 2018.

Será?

 

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