NEM TODOS SABEM… – 25/4/17

Nem Todos Sabem

“Zé Ninguém está em CABO CANAVERAL”

 

De quanto fomos, somos e seremos, dependentes dos Estados Unidos da América.

Milhões de brasileiros torcerão o nariz a esta afirmação, mas a realidade é essa mesma.

Começamos com a doutrina Monroe. Os Estados Unidos declararam, aos países europeus, que não aceitarão interferências à independências dos recém (e fracos) países da américa, seja do norte, do sul, do oeste e porque não? do leste.

Este é o primeiro legado, ainda de 1823 do Presidente dos EUA, James Monroe. Acha pouco, estarrecido leitor? Com isso, nunca mais: franceses, holandeses, portugueses e espanhóis viriam a incomodar as recém criadas repúblicas sul americanas.

Tem uma serie enorme, enorme mesmo de invenções, tecnologias, princípios legais, etc, etc, etc, que vieram de lá para as “terras brasilis”. Para que o Zé Ninguém tem que elaborar esta lista…? Que o leitor curioso tente fazê-la…, será um bom exercício mental e de pesquisa bibliográfica.

Pulo tudo, confiando no leitor, e chego a somente a um tópico, as pesquisas meteorológicas e ao seu espantoso acerto até para períodos de tempo dilatados.

Como isso é possível?

É possível porque os EUA permitiram que um computador gigantesco fosse adquirido pelo Brasil para esta finalidade.

Preste atenção, leitor desconfiado, esse computador era considerado nos EUA, arma estratégica, pela sua enorme capacidade de processar bilhões de informações em meros segundos.

Tão estratégico era este computador (Crai, me parece que se chamava) que a entrega a outros países, devia ser autorizada pelo próprio Congresso.

Na época, somente o Reino Unido e o Brasil o receberam.

A França, amiga e aliada dos EUA, não o recebeu; tampouco os amigos holandeses que precisam muito desse troço o receberam; neka também Itália e Suíça, neka ainda Suécia e Bélgica. Nem falar da península ibérica, dos balcans, dos países bálticos, etc, etc.

Somente o Reino Unido e o Brasil.

Confira, desconfiado leitor.

Bem, acho que se pode facilmente demonstrar a dependência tupiniquim ao ianque extrapolador.

Até no linguajar, principalmente comercial, somos devedores.

LUNCH em lugar de “merenda”, OFF em lugar de “desconto”, OUTLET em lugar de “bota fora”, SALE em lugar de “venda” e assim em diante, chegando as SPREAD, EDGE, etc, etc, da área financeira.

Enfim, gostamos de falar mal dos americanos, mas absorvemos muitíssimas coisas deles, principalmente se são besteiras ou inutilidades.

Bem, posto isso, o que podemos dar a eles em troca?

Anos atrás, um dos bisonhos canais televisivos nacionais, enalteceram as manicures brasileiras que faziam sucesso em Nova Iorque pela capacidade profissional e o alegre trato.

Sim, conveniamos, surpreso leitor, é uma retribuição mas, conveniamos mesmo é, diminuta demais.

O que podemos oferecer, aos EUA, para equilibrar a balança?

O Zé Ninguém tem uma sugestão, que coloca a apreciação dos seus ansiosos leitores.

Nós temos experiência para destituir o Presidentes da República: dois, talvez, três, num escasso período de uma geração.

Colocamos então a nossa experiência, experiência brasileira, a disposição deles, os americanos do norte.

Pode ser que a apreciarão muito e a poderiam aplicar para libertar-se da ridícula personagem, que quer, mas não consegue, fazer jus ao título de Presidente dos Estados Unidos.

Nem precisam agradecer… é de coração.

 

 

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