O BRASIL TERÁ UM FUTURO FELIZ SE… – 26/3/18

Brasil Futuro Feliz

1º     …o eleitor brasileiro (e a mídia…) parar de pensar em quem serão os candidatos à Presidência e se preocupar em examinar, escolher e votar em bons deputados e ótimos senadores.

2º    …após esse primeiro item, necessário e essencial, promover alguma ação para simplificar e modernizar a Constituição de 88, eliminando, por exemplo, a balela de que o voto é igual para todos e, logo a seguir, “determinar” que o voto não é igual para todos os brasileiros… Pode isso? Pode sim, o brasileiro é desatento.

3º     …protestar contra a mídia pelo enfoque equivocado que está dando a “intervenção” federal na segurança no Estado do Rio de Janeiro. Vejam só, antes, a pergunta sobre o avanço da criminalidade era: “Ninguém faz nada…?” (linguajar popular, deve-se dizer “Alguém faça algo”… e depois da intervenção, vem a mídia com conversa mole, mole mesmo, afirma o Zé Ninguém.

Se é para rir, vem aí a Defensoria Pública do Rio de Janeiro, protestando contra o fato do exército fotografar os moradores das favelas… “Não”, disse a DP; “Não pode!”

Tiroteio e morte por balas perdidas pode né, defensores públicos!

4º     …não deixar entrar droga e armas a rodo no Rio. A questão das armas, o Zé Ninguém não saberia resolver, mas das drogas sim, é até fácil… Sugere-se colocar em “Casa de Repouso” de forma coercitiva todos os consumidores que a polícia pegar.

Serão 1000, 2000 por semana e por cidade?

Ótimo! Quero ver se mandar os “trabalhadores”: advogados, senhores de bem, senhoras de bem também, motoristas, cabeleireiros, comerciários, ambulantes, estudantes (não esquecer dos estudantes) à “Casa de Repouso” por 10 dias, eles terão que justificar-se com alguém pela ausência… E se reincidirem, por exemplo, a ida à “Casa de Repouso” por três vezes ao ano, qual seria a nova justificativa dada à empresa, loja, ao seu patrão, ou como se explicariam à esposa, ao marido, ao filho, à mãe, e pasmem, ao cunhado?

Entre fazer nada, que seria a atual política pública brasileira, e fazer alguma coisa, o Zé Ninguém, é a favor de fazer alguma coisa, e já apresentou a sua proposta.

Já sei, terá, como já teve, algum gaiato que dirá que não pode ser “coercitivo”.

O que quer dizer, o gaiato, com isso?

Por acaso ele acha, o gaiato, que o drogado, sabe o que é bom ou ruim para ele?

A própria legislação define quem tem e quem não tem o poder de entender e querer.

5º     …nas eleições de outubro, o eleitor escolher bons candidatos. Voltamos, assim, a insistir no 1º ponto já levantado.

Para escolher bons candidatos é relativamente fácil, primeiro saber o que eles pensam em termos nacionais, os problemas locais são atribuições dos prefeitos e dos governadores. Não queira transformar o seu deputado federal num GRANDE VEREADOR da sua paróquia.

Bem-vindo seria o voto distrital, e nem pensar no “recall”, os deputados, todos eles, tremem em só pensar nisso.

Nunca serão aprovadas, por “eles”, medidas deste naipe.

6º     …tiver um recurso que possa ajudar.

Democracia, usando o termo em moda no Brasil, não é somente votar para Deputados, Senadores, Governadores e Presidente, mas é preciso votar para escolher o:

– Comandante dos bombeiros;

– Diretor da escola dos nossos filhos;

– Promotor público;

– Chefe da polícia do Estado e do Município, etc, etc…

Democracia é poder escolher os nossos governantes em todas as instâncias possíveis.

A “esquerdinha” não fala, às vezes de “democracia direta” (claro, entendendo outra coisa…) mas votar nas instâncias citadas e outras necessárias, não seria um início de democracia direta?

Claro que não é isso que a “esquerdinha” quer, desde Karl Marx até os Kim Jong-un querem; eles, todos, querem a “revolução” (em nome do povo, da classe trabalhadora, dos excluídos e enfim de “tutti quanti”), assumir o poder e ponto final. Em seu lugar a “evolução”, evolução rápida é a alternativa que o Zé recomenda, e não a mesmice derivada do nosso atual Parlamento.

Se ficarmos somente na mesmice, é burrice, burrice criminosa, afirma novamente, e se responsabiliza por isso, o Zé Ninguém diante da contínua enxurrada de atos criminosos de parte da “elite” que nos governam.

Vejamos só um exemplo.

Em um dia de gaiatice extrema, ou de plano premeditado, a maioria dos parlamentares aprovou uma disposição que permite dar um auxílio pecuniário às famílias dos assassinos quando presos.

Oh…, medida caridosa e humanitária!

Que coisa linda e florida… mãe e pai, irmãos e mulher, filhos e netos, podem usufruir deste benefício que, apesar de pequeno, é seguro e contínuo.

Qual é o resultado prático desta medida linda e florida?

O assaltante, potencial assassino, pode operar tranquilo, se preso for, a família não passará necessidades… pode atuar no seu mister com a consciência tranquila “a família em primeiro lugar”.

E a família do assassinado? Caso ele for arrimo da mesma, como fica?

Não fica.

Quem mandou o dito cujo, ser assassinado ao invés de ser o assassino?

Portanto, amigos potencialmente vítimas de um assassinato, se puder, e dificilmente poderá, mate antes, tornando-se assassino, e portanto, a família fará jus ao amparo estatal.

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