O ZÉ NINGUÉM JÁ DISSE… – 27/9/18

znjadisse

e volta a repetir.

O candidato a Presidente Jair Bolsonaro pode estar errado, e certamente está, como sua “declaração de voto”, pelo impeachment da Dona Dilma, demonstrou.

Sim, ele pode estar errado, mas os seus eleitores não, isto foi o que Zé Ninguém já disse.

Agora explica.

O JB (não o whisky, o candidato) teve a ideia simples e eficaz, de sair primeiro como candidato e partir batendo forte no PT em particular e na esquerdinha alienada em geral (não confundir a nossa esquerda, com a de Lenin).

Sendo que, grande parte da população já estava farta da dupla Lula-Dilma e de todo o aparato político-empresarial dai derivado (inventado e implementado) foi fácil ao JB conquistar adeptos.

Nisso foi facilitado ainda pelo fato que todo dia, inclusive sábado e domingo, emergia uma nova falcatrua, envolvendo principalmente, mas não exclusivamente, a esquerda política-empresarial.

E porque o eleitor dele está certo, se o próprio JB não está?

Pela simples razão que ele é o único que bate na atual estrutura de poder, que bate no “politicamente correto”, que bate na hipócrita conversa socializante para o boi dormir.

Os demais candidatos se dividem em três campos.

Os bons, Meirelles, Alckmin e outros, mas eles erram tremendamente em bater no JB, deveriam bater no PT e em tudo que de mal fez ao país. Deveriam lembrar o Mensalão, o Petrolão, Pasadena, e as centenas de falcatruas feitas pelo Lulinha aqui e no exterior.

Eles batem no candidato que bate no PT, e que, por isso, tem o apoio de grande número de brasileiros.

A leitura, possível entre tantas, é que batendo no JB, está se “justificando” o PT.

Os inúteis, Marina e Álvaro Dias, são pessoas de bem, mas o discurso é o mesmo de sempre, bla bla inconcludente. Não apresentam uma linha decisiva contra o algo que aí está e a favor de algo bem caracterizado. As baixas adesões são uma prova.

Os ruins, campeão neste sentido é o Ciro Gomese, ex inteligente, o mesmo que por ganhar o apoio dos eleitores do Lula (não do PT) afirmou, “se for eleito, libertarei Lula e colocarei os juízes nas suas caixinhas”.

Todos aqueles que nos últimos cem anos morreram para defender a liberdade e o estado de direito, e são centenas de milhões, morreram em vão.

Haddad, pessoa de bem, medíocre entre os medíocres, fraco prefeito de São Paulo; foi, por fraco, escolhido candidato por Lula, como seu segundo poste.

Lula não teve coragem de colocar, como seu continuador, um Palocci, um Vagner e não sei mais quem dos quadros do PT.

Estes, que o Zé Ninguém mencionou, na Presidência teriam engolido o Lula (usando o seu nome) como fez Stalin em relação a Lenin. Usou o nome e fez o que ele queria.

Votar Haddad, no fim e ao cabo é retrocesso. Um retrocesso que já não precisamos por estarmos já bastante retrocessados.

 

P.S.             Já que o Zé Ninguém está ferreteando candidatos, ele aproveita a oportunidade para alertar os eleitores do Paraná em não votar no candidato a Senador, Requião.

Explicação.

Consulte, eleitor, a sua conta de energia da COPEL, se você ver um valor, denominado de BANDEIRA VERMELHA, este valor é o sobrepreço da energia que você paranaense deve pagar, por insuficiência da geração hidráulica e uso da energia térmica.

Isto tudo, graças ao aposentado (no Senado) Requião, que:

– impediu a construção de hidrelétricas no Paraná;

– votou contra o impeachment da Dilma;

– visita o Lula no seu comitê eleitoral na “cela” da PF;

– come pão com mortadela com Haddad;

– não apoia o candidato a presidência do seu partido.

Quer mais?

Ele vai se reeleger Senador, graças a inconsequência de grande número de eleitores paranaenses.

P.P.S.S.      Ele asfaltou a estrada Rio Branco e Cerro Azul e ainda, vestia um blusão muito bonito, quando, em comunhão com Haddad, comeu pão e mortadela.

 

1 Comentário

  1. Carlo Giorgio Ferrari disse:

    Caro Elio, hai una penna che è un appuntito fioretto.
    come capire la politica brasiliana in due righe.
    A presto in Italia
    um abraço
    Carlo Ferrari

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