PARANÁ & MINAS – 28/8/18

Paranaeminas

O Zé Ninguém, por ser um contribuinte, preocupa-se com as eleições nacionais, é claro, mas também com as eleições nos Estados de Minas e Paraná.

No Paraná, tem discussões acirradas sobre os candidatos ao Governo do Estado. É importante, mas, não essencial.

Essencial é não reeleger, para Senador, o candidato Requião.

Dizem por aí que o Requião é um prepotente, outros dizem que é um energúmeno e, outros ainda, em número menor, dizem que é um troglodita.

Todos erraram. Requião não é nada do que estão dizendo.

Ele é simplesmente nefasto. Nefasto para o Paraná.

Vamos então explicitar, justificando isso.

Quando Requião assumiu o Governo do Estado do Paraná na primeira vez, ele mandou dizer, por interposta e notável pessoa, que “O Paraná é autossuficiente em energia elétrica” e que, consequentemente, o Governo não apoiaria a construção de hidrelétricas no Estado.

Com uma única frase, ele cometeu três erros, sendo que um deles esqueci (pois já faz alguns anos) somente sobraram dois:

  • o primeiro, que não faz sentido atribuir a autossuficiência ou não a um Estado da Federação, por ser, o abastecimento da energia elétrica, pensado e realizado em escala nacional;
  • e o segundo, é que, mesmo considerando uma suposta autonomia energética do Paraná na questão hidroenergética, isto não existiria, por ser deficitária. Portanto, não existe esta “autossuficiência” apregoada.

Naqueles tempos, as empresas que queriam se instalar ou expandir seus negócios deviam fazê-lo fora do Paraná, pois aqui não tinham a garantia da Concessionária local em fornecer energia.

Além de que, uma ou outra empresa querendo investir em hidroelétricas como autoprodutor, tinham o embargo do órgão ambiental do Paraná, que tinha a ordem expressa do ilustríssimo senhor Governador do Estado, de não autorizar as usinas hidrelétricas que no caso, na época, eram 164 pequenas centrais hidrelétricas.

Posto isso, para justificar ainda mais a alcunha de “nefasto” basta analisar a situação da empresa de energia do Estado, a COPEL.

Quando Requião assumiu o Governo, a posição da COPEL em relação a CEMIG era quase de paridade (analisando os 40 requisitos de qualidade e produtividade da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica).

Essa quase paridade é um elogio à COPEL, eis que a CEMIG começou as suas atividades décadas antes e atuando em um Estado maior, mais populoso e mais industrializado.

Para finalizar e ter uma visão clara da “atuação” do nefasto depois dos oito anos do Governo Requião, a CEMIG tornou-se 3 (três) vezes maior que a COPEL. A COPEL estagnou pela “política” do nefasto, e a CEMIG operando com Governadores de Estado “normais”, progrediu.

Posto isso, a vista do eleitor paranaense registra-se que o cacique Requião, dono de um PMDB esdrúxulo, que não apoia o candidato à presidência do próprio partido, mas que vai visitar o mais ilustre presidiário de Curitiba, deve-se perguntar: quando ele, o nefasto Requião, vai mudar para o PT?

Vamos a Minas Gerais. Esse Estado tem o “privilégio” de ter uma candidata ao Senado, uma criminosa.

De fato, o Senado da República assim a declarou, ao decretar o afastamento dela da Presidência da República pelos crimes cometidos pela referida pessoa.

Graças, porém, ao luminoso ministro Lewandowski que conseguiu um “avanço” no direito, patrocinando e conseguindo que uma criminosa possa concorrer a cargos públicos.

Todos devem anuir que, desde o Código de Hamurabi, nunca houve um avanço tão grande no direito universal.

Um criminoso pode concorrer a cargos públicos.

Isso ainda é pouco, o ministro Lewandowski quer, com ajuda de outros ministros, chegar ao patamar supremo, isto é, a conclusão lógica do seu pensamento.

Somente criminosos podem concorrer a cargos públicos.

A palavra com o eleitor de Minas Gerais.

 

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