POPULARIDADE DO GOVERNO TEMER – 19/12/16

25/04/2016 - Vice- presidente Michel Temer - fotos solo 
Michel Temer, Vice-Presidente, fotos solo
Foto: ASCOM- VPR

25/04/2016 - Vice- presidente Michel Temer - fotos solo Michel Temer, Vice-Presidente, fotos solo Foto: ASCOM- VPR

Informam os jornais que pesquisas da opinião pública (um milhar de consultados frente 100 milhões de cidadãos votantes) revelaram que 51% dos consultados consideraram o Governo Temer ruim ou péssimo.

Pode até ser; mas, mesmo considerando a pesquisa como espelho real da opinião pública, devemos analisar um pouco mais esse número.

No 51% deve-se considerar que cerca de 20 ou 30% são torcedores dos PT, PSOL, PC do Brasil, etc, que sistematicamente estariam, sempre, contra o Governo Temer ou qualquer outro que não seja deles próprio.

Sobrariam, portanto, uns 20 ou 30% de cidadãos de outros partidos que consideram ruim ou péssimo o Governo Temer.

Esqueçamos, modo de dizer, os 49% que consideram o Governo regular, bom e ótimo e concentramos a análise sobre os cidadãos que, excluídos os PTPSOLPCdoBrasiletc, o consideram ruim ou péssimo.

Estes, entenderam patavina da situação.

Entenderam nada.

Premissa, o Zé Ninguém que vos fala, sempre considerou o PMDB algo pior que o próprio PT, que já é ruim a bessa (para a economia nacional e para o futuro da nação).

É o PMDB um pouquinho pior, porque ao longo do período Lula/Dilma, usufruiu largamente das benesse do poder, mas escondia-se atrás do PT quando voavam tabefes.

Posto isso, vamos ver o que os 20/30% dos consultados (ou dos cidadãos) não entenderam.

1º      O Governo tem que conseguir e manter a maioria no Congresso, com os caras que os eleitores mandaram para lá em 2014.

2º      Sendo que a maioria, não são flores que se cheiram, o Presidente Temer deve fazer uma bruta ginástica para dispor da aprovação para as medidas (pouco populares) necessárias.

3º      Ufa… com a aprovação do teto da despesa pública, o primeiro e mais importante passo foi dado, podendo agora dentro do quadro estabelecido começar a tomar as demais medidas oportunas, as oportunas seriam:

  • A Reforma da Previdência necessária mesmo sendo, o sistema utilizado, uma estupidez como demonstrado pelo Zé Ninguém no livro “CANSEI DE TORCER PELO BRASIL”.
  • Reforma Política Partidária. Eleições distritais, voto igual para todos (letra morta da Constituição hilária meu surpreso leitor), eliminação do fundo partidário que, acho, permite a proliferação de mini partidos.

Será que o PC do Brasil e o PT do Brasil e demais partidos nanicos se sustentariam sem este fundo e a TV gratuita?

Não sei não, mas, mesmo que continuassem com as afirmações estapafúrdias de sempre, continuo contrário ao fundo partidário.

Sim, “porém”, diria o amigo preocupado, “os partidos dos “ricos” teriam a supremacia a dano dos pobres”. Será?

Lembro-me que nos frios meses de inverno, depois da 2ª guerra, militantes do partido comunista italiano, iam de casa em casa, fazendo proselitismo…

“fazendo contra o inimigo uma barreira”…

como dizia a bela canção dos “partisan” russos, italianos e iugoslavos (os partisan  – os “maqui” franceses, com a devida vênia aos que morreram, não tiveram impacto relevante na 2ª guerra mundial, os que citei sim.

Os “maqui” franceses tiveram grande sucesso nos filmes americanos, era mais fácil e divertido filmar na França, que na impérvia e inóspita Iugoslávia ou nos alpes italianos.  Na Rússia, … nem pensar.

Fim do parêntese.

  • A Reforma Tributária, além de baixar os impostos o que é uma coisa boa, tem o problema associado da grande carga tributária e o da recessiva quantidade de impostos além da imensa burocracia conexa.

Aliás, permite o amável leitor, outro parêntese sobre os impostos? A cargo tributária?

O grande mistério que me aflige, a mim Zé Ninguém, e a mais nenhum pagador de imposto do nosso país azul anil, é um mistério que nenhum economista ou político interpelado conseguiu-me explicar a contento, e seria:

porque… porque e repito porque? quando o país atravessa uma crise econômica no Brasil, o governo tende a aumentar os impostos e nos EUA, ao contrário, os reduzem?

Porquê… porquê… porquê?

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