RODRIGO JANOT TEM INVEJA DE EDUARDO CUNHA… – 26/6/17

Rodrigo Janot

Sim, o Janot tem inveja imensa do Eduardo Cunha, atualmente hóspede do Juiz Moro em Curitiba.

A inveja imensa é derivada do fato que o ex Presidente da Câmara, nessa função, iniciou e terminou o processo de afastamento da Presidente da República.

Resolveu então, ele também, derrubar um Presidente, e este era o Temer, e contra ele iniciou o trama para conseguir equiparar-se a Eduardo Cunha.

O agravante, para concluir a sua missão, era e é, que o seu cargo espira em setembro de 2017, portanto, era preciso acelerar ao máximo o processo.

De fato, pela pressa, engendrou um processo “legal” que atropelando a lógica, o bom senso, e até os interesses do país, colocasse o Temer na berlinda antes e no ostracismo depois.

O que fez? Pouca gente sabe, mas o Zé Ninguém tem conhecimento profundo das molecagens, por ser, tanto quanto o Janot, também arteiro.

O que fez? Teve ligações com o ex Presidente Lula, e este o informou que o presidente Temer tinha alguma culpa em cartório. E como o Janot ficou sabendo disso? Pelo Edinho, filho do Lula e grande expoente da JBS. Os polpudos empréstimos do BNDES a JBS vieram da dupla Edinho-Lulinha.

Arranjado isso, o Janot em acordo (deveria-se dizer em conluio) com os irmãos Batista, colocou a polícia federal a seu serviço e compraram, os conspiradores pela perdição do Temer, um gravador. Com este no bolso, um dos irmãos foi a luta. Na calada da noite, conseguiu um encontro (besta o Temer em concordar…) e acionando o gravador adquirido (de baixa tecnologia, talvez porque o irmão Batista não queria gastar muito e o orçamento da PGR e FP, estavam a mingua), enfim, gravaram a conversa com o Presidente da República. Evidentemente o irmão Batista levava a conversa no rumo que ele queria… e enfim, todo mundo sabe da estória.

Mas… mas quem são os irmãos Batista.

Durante o reino lulapetistas, tiveram, os irmãos Batista a brilhante ideia de “contratar” o filho do Lula, conversa vai, conversa vem, os quatros (irmãos, pai e filho) abriram os cofres do BNDES, assim a companhia tornou-se a mais poderosa indústria de carne do mundo.

A seguir, os irmãos Batista, que já podemos denominar de “irmãos metralha”, confessaram e todos viram e ouviram, que eles ao longo dos anos, evidentemente os anos de benesses do BNDES lulapetista, “pagaram”, “compraram”, “alugaram”, seja o que for o termo apropriado, centenas e centenas de “representantes do povo”, parece-me 1.600 ou por aí. Seriam, pasmem, três legislaturas completas. É tão grande e infamamente, que a mente de uma pessoa normal não consegue conceber.

Bem no final das contas, o Temer que, é bom lembrar, num certo momento da sua Vice Presidência rompeu com a Presidenta, ficou registrado como culpado da falcatrua da ordem de milhões e, por isso, os irmãos metralhas foram “perdoados” pelas infinidades de crime cometidos e confessados e pela incorporação de bilhões do BNDES.

Entre o diversos atributos da justiça consta a da equidade entre crime e castigo.

Se, pelos erros cometidos pelo Temer, este perderá a Presidência, qual seria o castigo para os irmãos metralha? Bem, parece que o Janot, invejoso do Eduardo Cunha que derrubou uma presidenta, quer também derrubar um Presidente, à custa de dezenas de bilhões do povo brasileiro repassados aos irmãos metralha pela dupla pai e filho…, e que Janot, assobiando, finge que não é com ele.

Se as instituições nacionais e o povo permitir, será o crime perfeito.

O crime aconteceu, mas o Janot, pela vaidade de, ele também, derrubar um Presidente, deu a carta de alforria a todos os metralhas envolvidos, todos, os aparentes e os não aparentes.

 

P.S.

O ex Presidente Lula tem predileção pelos sobrenomes “Batistas”, de fato, no último dia da sua presidência deu asilo “político” a Cesare Battisti (tradução italiana do plural português Batistas), personagem condenada na Itália por quatro homicídios.

O gaiato do Ministro da Justiça do desgoverno dele, perdendo uma boa ocasião para ficar calado, disse que Cesar Battisti; o tetra homicida, “não teve possibilidade de defender-se”. Reparem que o processo do dito cujo durou dez anos, num país democrático e com o estado de direito em vigor.

 

P.P.S.S.

 

No Supremo discute-se e decide-se:

·  se a leniência concedida a JBS é “legal”;

·  se uma eventual revisão da mesma pode enfraquecer o instituto da delação e;

·  se será confiado a dado ministro a responsabilidade da homologação da delação (a homologação, ato necessário para atestar a legitimidade da delação não é, ao fim e a cabo, fundamental, mesmo sendo necessária).

Não é na sede do Supremo que deve-se por as perguntas, mas são perguntas cabíveis.

“Com a devolução ao Tesouro Nacional – via BNDES – dos “empréstimos” a JBS, quantos desempregados poderão obter emprego?

E ainda.

“Quantas vezes mais, o brasileiro comum paga de juros, quando comparados aos juros cobrados aos quatro irmãos metralhas?

E ainda.

“Uma multa a pagar em 20 anos, é multa ou prêmio?

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