UM DEPUTADO CEGO, SURDO E NÃO MUDO – 20/8/18

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O Candidato à Presidência Henrique Meirelles foi sabatinado, e durante a inquisição, afirmou que se ele for eleito Presidente, colocará o País na rota de progresso e desenvolvimento, o que traduzido em português quer dizer, mais emprego, mais renda e consequentemente mais saúde, segurança e educação.

Um ilustre deputado insurgiu questionando, com ênfase, “por que não fez isso quando era do governo?”

O deputado errou no enquadramento à questão: Meirelles fará o que prometeu como Presidente eleito. A sua atuação passada (eficientíssima, por sinal) foi como Ministro do Governo Temer, e seria uma garantia para essa sua promessa.

Aí é que o “não mudo” deputado, demonstra ser cego e surdo.

De fato, ele não viu e não ouviu o que aconteceu no Brasil durante os espasmos do governo Dilma que deixou os famosos 14 milhões de desempregados e que a sempre atenta e eficiente propaganda da esquerda, imediatamente os alocou ao atual governo, no rastro de “Fora Temer” esquecendo-se dos seis anos do desgoverno da “Presidenta”.

Querem os “foratemer” convencer o Zé Ninguém, que os 14.000.000 de desempregados chegaram a esta penosa situação no dia da posse dele, ou uma semana, ou um mês ou dois depois?

Para o Zé Ninguém esta massa de desempregados foi fruto da incompetência administrativa e política da Presidenta Dilma.

O Governo Temer, sob a guia do Henrique Meirelles, conseguiu, com muito esforço, recolocar o país rumo ao desenvolvimento sustentável.

Com realismo, até político, conseguiu reduzir a inflação (com a ajuda da recessão), rebaixar sensivelmente as taxas de juros (somente ignorado pelos banqueiros brasileiros), reiniciar a contratação formal. Ajudou nas diversas reformas, das quais a trabalhista já deu, e dará mais, bons resultados.

Esse processo, na humilde opinião do Zé Ninguém, foi estancado pela segunda denúncia do então caolho PGR Janot.

De fato, a primeira denúncia era de obrigação da Procuradoria, posso admitir, a segunda não, e é esta que foi desastrosa para o país e para a política de reformas do Governo Temer (e Meirelles).

A primeira denúncia foi barrada no Congresso pela “ação” do próprio Presidente. Para isso ele teve que gastar muitos cartuchos (leia-se: prebendas aos deputados).

Após a 1ª denúncia, Temer ainda tinha “cartucho” para distribuir aos deputados, para aprovar a Reforma da Previdência, reforma esta que não foi discutida no Congresso, mas somente, esculhambada, demonstrado a nível intelectual e da maioria dos congressistas.

Com a 2ª e insana denúncia contra o Presidente Temer, ele teve que gastar os demais “cartuchos” em seu poder, cartuchos que podiam ser utilizados para a reforma previdenciária.

Desistiu, portanto, por falta de munições para alimentar o Congresso.

Desistiu da Reforma, e se o caolho Janot, tivesse conseguido uma 3ª denúncia, teria ganhado a parada já que o governo Temer não tinha mais “aliados” no nosso Congresso, salvo…

… salvo se Temer se juntasse a Joesley Batista…; quem sabe?

Esse é o Brasil pequeno e podre que a Lava-Jato quer enterrar, permitindo que um novo Brasil ético e racional sob a guia do Henrique Meirelles possa surgir.

Me informam que o candidato Henrique Meirelles tem 3% da intenção de votos.

Puxa vida, são três milhões de eleitores conscientes… ainda temos esperanças para o Brasil.

 

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