VOLTAMOS AOS PROBLEMAS BRASILEIROS, AOS NOSSOS PROBLEMAS – 5/2/18

Voltamos aos Problemas

Faço uma pausa sobre a ONU, Estado Islâmico, Roma, Maquiavel e volto a falar dos problemas brasileiros.

Se alguém perguntar ao Zé Ninguém:

Qual é o maior problema brasileiro, raiz de todos os males?

Ele tem a resposta pronta, mas… antes de revelar, milhões de brasileiros dirão em uníssono:

Os políticos!

Errado! Responde uma só voz, a do Zé Ninguém, contrastando com as milhões de vozes que gritaram “os políticos, os políticos, os políticos arruínam o País!”

“Não”, rebate Zé Ninguém, “não são os políticos, são os eleitores! São os eleitores que arruínam o país”.

De fato, eles se deixam enganar facilmente. São “eles” (os eleitores) que votaram para a dupla Dilma/Temer, eles que votaram para Sr. Inácio (Lula da Silva), eles que votaram para os Renan Calheiros, Cunha, Gleisi Hoffmann (a galinha carijó), o Requião (o senador inútil) e “tutti quanti”, herdeiros e beneficiários dos descalabros do passado e do futuro que ainda vamos descobrir.

Não foi, juro, Zé Ninguém, que os colocou lá no Congresso, foram os eleitores.

 “Bem”, me pergunta UM eleitor perplexo:

“Como podemos reagir a essa situação?”

Já perderam uma boa oportunidade quando o Congresso aprovou vultuosos fundos para a “campanha eleitoral”.

Essa era a oportunidade para o povo ir às ruas gritando:

“Não ao financiamento das campanhas.” “Não, não queremos pagar para que eles nos enganem, nos ludibriem…”

Perdeu-se esta possibilidade e considerando a fraca, fraquíssima memória dos eleitores, só resta apelar que a mídia, no ano de 2018, publique sempre, sempre e sempre… (sempre) o currículo dos claramente comprometidos com as falcatruas. A Polícia Federal descobre uma a cada dia.

Então a salvação do país está nas mãos da mídia. A mídia é plural, portanto, existem emissoras mais atentas a estas tarefas e outras que não, mas enfim, temos só a mídia, ou parte dela, que poderá ajudar aos eleitores na indispensável tarefa de mostrar publicamente os farsantes e os não farsantes.

Mostrar publicamente é fugir da esculhambação dos minutos e segundos que a nossa hilária Justiça Eleitoral promove na televisão.

Mostrar a parte podre do Senado e da Câmara, mostrar também os tíbios e os inúteis.

Realçar os que já fizeram algo de bom, seja de que partido for e, principalmente RENOVAR O CONGRESSO.

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