VOTO DISTRITAL… E IGUAL PARA TODOS – 30/1/17

Voto Distrital

Os Congressistas, depois de merecidas férias, que eu não usufrui por não pertencer a esta e outras congregações felizes, voltarão as ativas.

A agenda é repleta de assuntos candentes.

Antes de mais nada, internamente, ocorrerá a eleição dos Presidentes das duas Casas.

Serão briga até o último sangue (nosso é claro).

A pauta será repleta de propostas do executivo sobre reformas essenciais. Fala-se muito da reforma previdenciária, pouco da tributária, e nem um pio ou dois, sobre a reforma política.

Evidentemente, está não interessa aos atuais representantes. Da fato eles chegaram a essas posições pelo sistema atual… porque mudá-lo?

A mudança interessa somente ao povo, não a eles, portanto, é o povo que deve exigi-las.

Como?

O Zé Ninguém é uma besta quadrada e não saber responder a esta simples questão.

Não, não sabe como pode-se sensibilizar e mobilizar o povo.

Fica a questão em aberto mas, será que temos que fazer um abaixo assinado como os de dois milhões de aderentes com as dez medidas contra a corrupção? Sim, pode ser, vejamos porém o que aconteceu. No Congresso deturparam a proposta popular e, a mais, inseriram coisas do interesse deles, como por exemplo, tolher a ação da justiça quando invadir interesse deles, sim de cada um deles. A Lava Jato é uma sombra ameaçadora sobre eles todos (os ruins).

Continua de pé a questão, como promover a reforma política, mãe de todos as reformas necessárias?

O Zé Ninguém não tem a mínima ideia, mas sabe muito bem que é o leitor, amante da pátria, que deverá responder a essa questão.

Que pense, o consternado leitor, que analise, que troque ideias com familiares e amigos, e que, finalmente proponha ações eficazes.

O Zé Ninguém em nada poderá auxiliar face a sua completa ignorância do tema, o máximo que pode fazer é propor um mote engraçado:

 

REFORMA MÃE – JÁ

 

Já e já, antes das eleições de 2018.

 

P.S.:  As únicas duas medidas que recomendaria o Zé Ninguém, seria a do voto distrital, com o qual o eleitor vê a cara do cara em quem pode votar e, naturalmente , voto igual para todos, que a Constituição de 88 digamos… esqueceu.

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