ZÉ NINGUÉM E OS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA – 16/7/18

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Zé Ninguém avisa a todos aqueles que anunciam um ou outro candidato como favorito, que seria banal, nesta data apontar vencedores, mesmo quando as “pesquisas” de opinião apontam 117,18% das intenções de voto, para Lula e Bolsonaro.

O Zé Ninguém sempre informa que poderá pronunciar-se (terá algum valor o pronunciamento dele?) sobre os principais candidatos concorrentes, somente DEPOIS que forem incluídos na lista eleitoral, antes é pura bobagem e jogo de cena.

Mesmo assim, para treinar, alinho alguns comentários sobre os mais falados:

LULA – É o primeiro da lista por ser um ex-presidente e por ser o 1º nas atuais pesquisas de opinião.

Disseram ao Zé Ninguém, que não se responsabiliza pela informação, que Lula disse que não seria candidato somente em duas condições:

  • Se estivesse morto, ou
  • Se a Constituição fosse rasgada.

Para o Zé Ninguém qualquer uma das duas alternativas seria válida e benéfica para o país.

Não é que o Zé Ninguém quer o Lula morto, ao contrário, gostaria que vivo estivesse quando um presidente de verdade endireitasse o país, colocando-o na rota do progresso econômico e… ético.

Quanto a “rasgar a Constituição”, seria uma boa.

A Constituição é gaiata, em muitos aspectos, como “o voto é igual para todos”, mentindo descaradamente.

É omissa, para não dizer covarde, face à questão ética da fidelidade partidária.

Permite até “janelas de troca de partido”.

E o eleitor…?! Ora, o eleitor… que pense em votar e não imiscuir-se nos negócios dos “representantes do povo”.

BOLSONARO – Esse, após o Lula, é o candidato mais beneficiado pelas pesquisas de opinião pública. Sustenta-se somente com um discurso violento contra o crime.

Mas, ele está concorrendo à Presidência da República ou a um cargo de xerife?

Erra também no enfoque, não é o Presidente da República que pode e tem que enfrentar a criminalidade. Essa tarefa é do Legislativo; é o Congresso que deve promulgar leis aptas a essa finalidade.

O histórico dos vários Congressos, portanto não somente desse último, é o de incentivo à criminalidade. É isso mesmo, todos os Congressos depois da redemocratização, de uma forma ou de outra, incentivaram à criminalidade.

Ri, o Zé Ninguém, das diversas medidas propostas para dar um basta ao crime organizado.

Os beatos que propõem medidas saneadoras não atinaram:

1º – que a legislação favorece o crime,

2º – que somente um Congresso, através de Leis oportunas, pode reverter a situação.

Conclusão, o candidato à xerife não deveria ser votado.

MARINA – Zé Ninguém tem muito apreço pela pessoa dela, apreço que não tem pelos dois candidatos acima mencionados.

O enfoque da campanha dela é o da preservação do meio ambiente e algo mais.

Louvável, muito louvável, mas também como no caso de Bolsonaro, esta é somente uma, mesmo que relevante, das questões que um Presidente da República e o Congresso devem enfrentar.

Zé Ninguém a vê mais, como Senadora, liderando a bancada dos defensores do meio ambiente. Permite-se o Zé Ninguém, citar a si próprio, em um documento de anos atrás, quando escreveu:

“Temos que fugir da estéril contenda entre “ambientalismo” e “desenvolvimentismo”, mas buscar políticos que não só conciliam estes dois relevantes aspectos, mas também buscar políticas que permitam que cada um deles fortaleça e incentive o outro.

Sendo possível, e racionalmente o é, temos a obrigação ética incontornável de buscá-las.”

ALCKMIN – não o conheço, nada sei dele.

Ele não tem a desenvoltura de um Collor, nem o pseudocarisma de um Lula. Não tem o “appeal” que acompanha um populista ou um demagogo.

Portanto, esse é um ponto a seu favor. Outro ponto positivo, é que, pelos jornais, ele reduziu pela metade a taxa de homicídio no estado de São Paulo. Seis dos dez mais seguros municípios do Brasil, situam-se no estado de São Paulo. Palavra do IBGE.

E isso o Alckmin conseguiu, sem infringir a atual legislação, totalmente a favor dos criminosos e nem violar a tíbia constituição.

Os que olham para Bolsonaro deveriam optar por ele. Ele já fez! Bolsonaro diz que fará.

Zé Ninguém o considera, então, como candidato aceitável.

MEIRELLES – é espantosa a capacidade dos brasileiros em autoenganar-se.

Procuram um bom candidato à Presidência, oscilam entre o criminoso Lula e o seu adversário, que já promete crimes, de natureza diversa, mas sempre crimes, infringindo a Constituição.

Deve ficar claro que Zé Ninguém não aprecia a Constituição de 88, mas até ter outra, mais enxuta, mais realista, mais avançada nos aspectos sociais, o Zé Ninguém a acatará respeitosamente, mesmo apresentando os seus numerosos defeitos.

Mas estamos falando do candidato Meirelles, ou melhor da espantosa falta de memória do eleitorado brasileiro (para não dizer coisa mais contundente).

Então, não sabem discernir o período do Meirelles lutando para por o país na rota do progresso, comparado ao período atual, sem Meirelles, no qual medidas erradas e criminosas prosperam tranquilamente.

A chamada greve dos caminhoneiros não teria o desfecho que teve com Meirelles na Presidência. Não teria-se a cretina lista das medidas corretivas, do preço do óleo diesel, exemplo gritante do pseudo justicialismo burocrático do país (desde Getúlio Vargas).

A solução do Meirelles, acho eu, seria a do Zé Ninguém: se existirem custos elevados, que sejam incorporados direto e simplesmente na economia. O realismo é o caminho único para o desenvolvimento, para o emprego, para a segurança, para a educação.

… e Meirelles é realista.

Este seria o candidato do Zé Ninguém.

Os eleitores da Marina e do Joaquim Barbosa, do Rodrigo Maia deveriam votar nele. Eu votaria nele, com a ressalva de que me pronunciarei, definitivamente, em agosto.

CIRO GOMES – era bom, agora não mais.

Tem um discurso sócio-nacionalista que deveria meter medo em qualquer um.

Era inteligente, agora não sei.

Zé Ninguém não se pronuncia.

Provavelmente, caso Lula não seja candidato, herdará muitos votos. Se parar de falar bobagem, pode chegar ao 2º turno.

Se…

Por hoje é só.

 

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