Zé Ninguém e seu grande amigo, autor desconhecido dele, porém conhecido por muitos…

Zé Ninguém é zé ninguém porque é um incompetente e ignorante, vejam só isso.

Ele chamou, a um acidente geográfico brasileiro, de idiota (o quarto ou quinto pico mais elevado do Brasil, na divisa com a Venezuela), chamou um imortal da literatura brasileira de bobo na frente da mulher dele e na casa do casal.

Quem conhece geografia ou literatura nacional já sabe de quem Zé Ninguém está falando, e portanto, não precisará ler o que esse escritor escreve para poder conhecê-lo.

Algumas “pistas” sobre o indivíduo imortal... Morreu logo depois de ter sido eleito como tal.

Mais uma dica: teve que negociar, na Alemanha com autoridades nazistas; foi, talvez, o único brasileiro a ser repetidamente bombardeado por aviões aliados durante a 2ª Guerra Mundial.

Já adivinhou? Ainda não, mesmo com tantos indícios?

Bem, lá vai mais um, elaborou um documento sobre os limites entre Paraguai e Brasil na região das Sete Quedas. O relato era tão equilibrado que os Paraguaios, mesmo ainda ressentidos pela guerra fratricida, o aceitaram.

Última dica: o jornal “O GLOBO” publicou um pequeno conto de umas quatrocentas palavras pedindo ao leitor para lê-lo e descobrir o que tinha de estranho nele. Assim fez o Zé Ninguém... Ele achou um conto banal, digno de novela de televisão. De estranho...? Ele leu uma segunda vez e não achou nada.

Foi então na página indicada para descobrir o mistério. Dizia, o jornal, que naquele conto estavam inseridas vinte palavras inexistentes na língua portuguesa.

Isso fez lembrar quando o Zé Ninguém, em um relatório de milhares de palavras, inseria uma, inexistente na língua portuguesa, reforça uma somente e os colegas dele o ultrajavam por dias e dias. E ESSE AUTOR coloca vinte num conto curtíssimo e poucos, pensa o Zé Ninguém, as descobriram.

Agora já descobriram, não é verdade?

Ainda não?

Bem, vai a ultimíssima dica, foi oficial da marinha militar do Brasil. Num conto descreveu a chegada do seu navio no porto de São Luiz (Maranhão), e da vida da cidade. O Zé Ninguém viveu anos lá, uns vinte ou trinta anos após a visita deste oficial da marinha, posteriormente, contista ímpar.

Lembro-me, assim diria o Zé Ninguém, muito bem que, no conto revivi os anos aí passados. Por o contista, ter extraído a essência da cidade, essência essa que o Zé Ninguém encontrou ainda décadas depois. O contista era bom, muito bom.

Bem agora sim, todos já descobriram quem é o “bobo”, como assim o definiu num dia de Páscoa na própria casa dele como único convidado.

Parabéns para quem descobriu o nome..., mas ainda tem uma meia dúzia que ainda não conseguiu.

Lá vão mais informações...

Ele nasceu em Cordisburgo (não, não é na Alemanha, é no Brasil brasileiro, Minas Gerais).

Não aguento mais, com todas estas dicas ainda não descobriram o autor de “Grande Sertão: Veredas”??

Devo soletrar?

G.U.I.M.A.R.Ã.E.S......R.O.S.A.

Ufa!

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